Brasileirão de 87 tire sua duvida

Copa União

XXXI Campeonato Brasileiro de Futebol
Copa Brasil 1987
Dados
Participantes 32 (Módulos Verde e Amarelo)
Período 11 de setembro de 1987 – 7 de fevereiro de 1988
Gol(o)s 433 (1,80) (Módulos Verde e Amarelo)
Campeão Sport Club do Recife
Vice-campeão Guarani
Melhor marcador Müller (São Paulo)
10 gols
Outras divisões
Módulo Verde
Módulo Amarelo
Flamengo
Sport
Módulo Azul
Módulo Branco
Americano
Operário
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“Copa União” é o nome fantasia pelo qual ficou conhecido o Campeonato Brasileiro de Futebol de 1987 que tinha o nome oficial de Copa Brasil. A competição foi dividida pela CBF em dois módulos: o módulo verde (com nome oficial de Troféu João Havelange), vencido pelo Flamengo e vice-campeão Internacional, e o módulo amarelo (nome oficial Troféu Roberto Gomes Pedrosa), que teve como campeão o Sport e vice Guarani. Campeões e vices formaram o quadrangular final. Flamengo e Internacional eliminados por W.O. não se apresentaram nas datas definidas, abdicaram-se de participar. Sport e Guarani fizeram a final em 2 jogos que consagrou o Sport como campeão brasileiro de 1987.[1] Neste ano, no dia 07/07/1987 o presidente da CBF Octávio Pinto Guimarães declara que a entidade não tem condições de bancar as despesas dos clubes no evento, se não conseguir um patrocinador, os clubes terão que arcar com as suas próprias despesas com as viagens, ou então, não tendo acordo, a CBF realizarar um campeonato regionalizado com poucas viagens, diminuindo assim as despesas.[2]. A CBF havia anunciado problemas financeiros,(a entidade negociava com os clubes a realização do evento, antes mesmo do surgimento do Clube dos 13, com quem em seguida também passou a negociar[3]) repassando aos clubes o direito de organizar o campeonato.[4]Mas, a CBF declara que o direito é exclusivo dela, de acordo com a legislação do futebol. No dia 11/07/1987 é fundado o Clube dos 13, dia 13/07/1987 a nova entidade pretende mudar a legislação em vigor, tomando a iniciativa de querer organizar o seu próprio Brasileirão, sendo mais rentável e estabelecendo os seus próprios critérios. Após a CBF declarar que não vai bancar as despesas dos clubes, e que não havendo acordo com os clubes, ou com um patrocinador, será regionalizado o campeonato para evitar gastos. No dia seguinte 14/07/1987, a CBF se manifesta pela primeira vez, declarando a atitude ilegal e o direito de organizar o Brasileirão pertencendo a CBF. Não autorizando, e reafirmando ter problemas financeiros, considerando o Clube dos 13 importante para a realização do certame. O Clube dos 13 queria um campeonato apenas entre os 13 grandes clubes, enquanto a CBF queria participação mais ampla, chegando a declarar a “Copa União” ilegal (desde o início a CBF temia que os outros clubes buscassem na justiça o direito adquirido de participar como no caso fez o Botafogo[5](STJD[6])rebaixado em 1986[7]). Por fim, dia 03/09/1987 a CBF anuncia acordo com os clubes para fazer a 1ª divisão com 32 clubes (Módulo Verde, com o Clube dos 13, Coritiba, Santa Cruz e Goiás; e Módulo Amarelo, com outros 16), com cruzamento no quadrangular final.[8][9][10]. No dia 4 de setembro de 1987, ou seja, sete dias antes do início da competição, foi divulgado um comunicado pela CBF estabelecendo o cruzamentos dos dois primeiros colocados dos Módulos Verde e Amarelo para definir os representantes do país na Libertadores, sob forma de um torneio quadrangular no início de 1988[11][12]. No mesmo dia, os 13 integrantes do Clube dos 13 assinam contrato com a TV[8]. O regulamento foi divulgado pela CBF no jogo inaugural[13], antecipado um dia antes por causa da TV[14]. Eurico Miranda representante vascaíno no recém-criado Clube dos 13, foi enviado como representante da entidade para uma reunião com a CBF(durante as negociações ficou como interlocutor)[15], confirmou ter assinado o acordo para que houvesse a competição, embora o Clube dos 13 não tenha aceitado tal cruzamento.[16][11]Em 1986, o Vasco correu o risco de rebaixamento[17](o caso doping Joinville 1×1 Sergipe)[18][19]e o dirigente vascaíno sugeriu a criação de uma liga com os 16 principais clubes do Brasil para 1987.[20]

Contexto

Em 1987 a CBF vivia problemas financeiros e administrativos. Então em junho de 1987, Octávio Pinto Guimarães, presidente da entidade, anunciou publicamente via imprensa que a CBF não tinha condições de organizar o Campeonato Brasileiro daquele ano. Notícia que em seguida foi confirmada também pelo seu vice-presidente Nabi Abi Chedid que além de confirmar a situação deu todo o aval [21] para que o presidente do São Paulo F.C., na época Carlos Miguel Aidar, tomasse a iniciativa de convencer os principais clubes do Brasil a fundarem uma associação que os representassem e que tivesse como primeiro objetivo a organização do Campeonato Brasileiro de 1987.[22]

Na manhã de sábado, dia 4 de julho de 1987, no Morumbi foi fundada a “União dos Grandes Clubes do Futebol Brasileiro – Clube dos Treze” que reunia os representantes dos treze principais clubes de futebol do país na época. Os membros fundadores da associação foram os quatro grandes de São Paulo: Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos; os quatro grandes do Rio de Janeiro: Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense, Botafogo; os dois grandes de Minas Gerais: Atlético Mineiro e Cruzeiro; os dois maiores do Rio Grande do Sul: Internacional e Grêmio e também o Bahia que de acordo com um levantamento feito pelo Jornal do Brasil representavam juntos na época 95% de todas as torcidas do futebol brasileiro [23]. E de acordo com o ranking da CBF, eram os treze primeiros clubes catalogados pela classificação da entidade.[24] O idealizador do evento, Carlos Miguel Aidar, foi eleito também o presidente da nova entidade, permanecendo no cargo até abril de 1990. Assim, o Clube dos 13 organizou a Copa União, que representaria o Campeonato Brasileiro daquele ano.[carece de fontes] A criação da Copa União surgiu após uma conciliação entre a CBF e o Clube dos 13, já que uma desobediência à entidade poderia provocar reações da FIFA.

A única exigência da CBF para a realização da Copa União pelo Clube dos 13 era que se incluísse pelo menos mais três clubes de Estados diferentes. Cumprindo a exigência da CBF foram convidados mais três clubes: Coritiba, Santa Cruz e Goiás que na época em suas respectivas regiões tinham melhor desempenho em campeonatos nacionais e também eram os mais populares formando assim um total de 16 participantes: 14 deles classificados à série A de 1987 de acordo com o regulamento de 1986, e 2 que haviam sido rebaixados (Botafogo e Coritiba). Não houve critérios técnicos para a escolha dos outros três participantes e em contrapartida, deixaram de fora o Guarani-SP, e o América-RJ, respectivamente vice-campeão e 4ª colocado do ano anterior, ainda assim a CBF não fez qualquer objeção quanto a isso, pois excluir da disputa da competição do Campeonato Brasileiro os clubes com colocações regulares no campeonato anterior não seria uma prática exclusiva do Clube dos 13. Por diversas vezes, a própria CBF promoveu novamente clubes rebaixados, rebaixou clubes que não tinham caído para a Segunda Divisão e já havia usado até a melhor média de público como critério de classificação (sempre com o mesmo intuito de beneficiar os grandes clubes). Em outras oportunidades também a CBF não promoveu clubes que venciam a Segunda Divisão (como no caso do Villa Nova-MG campeão em 1971 não ter ido para a elite do futebol em 1972, o Sampaio Corrêa-MA em 73 e a Juventus-SP em 84).

A idéia da Copa União era de diminuir os prejuízos obtidos nos jogos sem importância contra clubes menores, pois como a CBF havia desistido de organizar o campeonato alegando falta de recursos para arcar com as despesas, então “quem pagaria a conta desses jogos menores seriam os grandes clubes”, por isso, a solução alegada pelos maiores clubes do país foi de selecionar os competidores conforme a tradição e popularidade que esses clubes tinham a nível nacional [25].

Em 1986 a CBF não realizou a Segunda Divisão, os clubes da Série B disputaram o mesmo campeonato com os clubes da Série A. O campeonato nacional de 1986 ficou marcado por ser um dos mais desorganizados de todos, contou com a participação de 80 clubes e ficou meio confuso distinguir quem estava na primeira divisão ou não no ano seguinte. O Conselho Nacional de Desportos e a CBF decidem que os 28 melhores colocados da Copa Brasil de 1986 disputariam a primeira divisão do ano seguinte. O CND como maior instância esportiva na época, era também a maior autoridade no Futebol, [26]. não tinha apenas função normativa, mas disciplinadora e reguladora de todos os esportes. Tinha poderes plenos para fazer intervenções no Campeonato Brasileiro de Futebol, revogar determinações da CBF, contrariar a entidade e decidir questões controversas envolvendo o desporto nacional, conforme o art. 41 da Lei 6.251/75. Em 1986, o CND, desfavorecendo a CBF, deu o ganho dos pontos em favor do Joinville na partida em que seu adversário, o Sergipe, teria disputado com um jogador dopado no empate de 1×1, o que obrigou a CBF a procurar outra solução para o caso, que foi de incluir mais três clubes já eliminados, já que essa resolução deixaria o Vasco fora da competição. Clubes que historicamente tinham um retrospecto regular na competição como Botafogo e Coritiba (campeão nacional de 1985) ficariam de fora dessa lista para o ano seguinte, mas se sentido prejudicados com o “inchaço” do campeonato entraram com um processo na Justiça Comum.[21]

Até 1986 ainda não existia o sistema de rebaixamento, esse critério só foi adotado, na prática por imposição da FIFA,[27] a partir da Copa União de 1988 (que foi vencida pelo Bahia), o único critério válido para se classificar para o campeonato nacional da primeira divisão, até então, era obtendo as primeiras colocações nos campeonatos estaduais (portanto era possível que o vice-campeão ou o 4ª colocado não disputasse o campeonato da 1ª divisão no ano seguinte). No entanto, o regulamento do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1986 estabelecia que a primeira divisão do ano seguinte seria formada por 28 equipes: os 36 times que participaram da segunda fase menos os 2 últimos de cada um dos 4 grupos.[28][29] Se a versão final do regulamento de 1986 tivesse sido seguida, a primeira divisão em 1987 teria sido composta pelos seguintes clubes: Atlético-GO, Atlético-MG, Atlético-PR, América-RJ, Bahia, Bangu, Ceará, Corinthians, Criciúma, Cruzeiro, CSA, Goiás, Grêmio, Guarani, Flamengo, Fluminense, Internacional-RS, Internacional-SP, Joinville, Náutico, Palmeiras, Portuguesa, Rio Branco-ES, Santa Cruz, Santos, São Paulo, Treze e Vasco da Gama.[28]

Para prestigiar seus compromissos políticos com as demais federações nacionais em 1987[21], a CBF organizaria dois campeonatos que foram nomeados por módulos: “Amarelo” — considerado por vários órgãos de imprensa a Segunda Divisão — que seria formado pelas 14 equipes que ficaram fora da competição do Clube dos 13 mais Sport e Vitória, rebaixados em 1986[29]; e os módulos “Azul” e “Branco” — considerados por vários órgãos de imprensa a Terceira Divisão — que representariam a Segunda Divisão. Nos módulos “Azul” e “Branco” classificariam-se 12 equipes para a Segunda Divisão de 1988. Porém, esta suposta edição da Série C não passou a ser reconhecida pela própria CBF como a Terceira Divisão do Brasileirão. [30] A Segunda Divisão que desde 1971 já havia se chamado de “Taça de Prata” e de “Taça CBF”, dessa vez foi batizada de “Roberto Gomes Pedrosa”. Quando a CBF decidiu criar o chamado Módulo Amarelo em 87, a Confederação usou como critério a participação dos clubes de menor expressão que se classificaram entre os 28 da Copa Brasil de 1986 que não estavam disputando a Copa União, mas na hora de fazer a seleção faltou com o critério quando deixou de incluir a Ponte Preta em favor do Sport e do Vitória que participaram apenas como convidados.[31].

Mais adiante a Confederação passou a temer que os clubes de repente passassem a acreditar que ela não fosse mais útil. O que na prática ficou comprovado.[21] Quando tudo parecia resolvido, apareceu outro problema.[32]. A CBF que já estava pressionada politicamente ficou ambicionada pelo enorme sucesso comercial da competição organizada pelo Clube dos 13 e se arrependeu de ter renunciada a responsabilidade de organizar a competição.[33]. Quando o campeonato já estava acontecendo, a CBF voltou atrás e quis mudar o regulamento em vigor da Copa União que já estava em disputa. Para isso, a entidade decidiu incluir de alguma forma na competição os 16 clubes do qual ela chamou de “Módulo Amarelo”.[21][34][35]. No dia 4 de setembro de 1987, ou seja, sete dias antes do início da “Copa União”, foi divulgado um comunicado pela CBF determinando um quadrangular no início de 1988 entre os dois primeiros colocados dos Módulos Verde e Amarelo para definir os representantes brasileiros na Libertadores.[11][12]. O regulamento do campeonato foi definido pela CBF meia hora depois do início do jogo inaugural: Palmeiras 2 x 0 Cruzeiro[36] 11/09/1987[13]Jogo antecipado por causa da TV no mesmo dia do jogo[37]

Para conciliar os interesses da CBF com o Clube dos 13, a Copa União passaria a se chamar “Módulo Verde” e, a princípio, esses clubes do chamado “Módulo Amarelo” que disputavam um campeonato paralelo à Copa União seriam, para o Clube dos 13 e grande parte da imprensa esportiva, apenas a segunda divisão do Brasileirão daquele ano, porém, no final deveria haver um cruzamento entre os campeões e vices de ambos os campeonatos para decidir apenas quem seriam os dois representantes do Brasil que disputariam a Taça Libertadores da América no ano seguinte.[38] No entanto, a fórmula de disputa não foi aceita pelos clubes do Módulo Amarelo, que queriam que o campeão brasileiro também fosse definido no tal cruzamento.[39] O presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Fred de Oliveira, chegou a declarar que os times do módulo amarelo “não entrarão em campo até que se defina o cruzamento dos módulos ainda em 1987”.[39]Mesmo assim, uma versão preliminar do regulamento foi definida unilateralmente no dia 9 de setembro em reunião do Clube dos 13 no Hotel Transamérica, São Paulo.[39] Tal regulamento previa o cruzamento entre os módulos somente para definir os representantes brasileiros na Libertadores 1988. Ainda que aparentemente fosse algo absurdo, não houve qualquer relutância quanto a essa proposta e o impasse se deu como resolvido. Mas em seguida a CBF muda seu discurso e a partir da quinta rodada deixa de considerar a Copa União como o Brasileirão, passando a considerar também o “Módulo Amarelo” como primeira divisão juntamente com a Copa União (chamada pela CBF de “Módulo Verde”).[40]. A mudança do regulamento proposta pela CBF seria de que nesse cruzamento entre os campeões e vices dessas duas divisões também fosse decidido quem era o Campeão Brasileiro de 1987. Porém, não houve o acordo e obviamente isso acabou gerando uma grande polêmica.[21] Há ainda um regulamento do Clube dos 13, não oficializado pela CBF, datado de 6 de agosto e outro com a versão final do regulamento, oficializada pela CBF e divulgada somente no dia 1º de outubro (com o campeonato já em curso) sem a aprovação do Clube dos 13 e dos clubes do módulo Verde, estabelecendo que o campeão também seria decidido no quadrangular, a ser disputado em janeiro de 1988.

Eurico Miranda, vice-presidente de futebol do Vasco da Gama (na época) teria dado motivo para a confusão assinando em nome da associação um documento que previa o cruzamento proposto pela CBF quando ficou como interlocutor do Clube dos 13 na entidade, no entanto, o Clube dos 13 só tomaria conhecimento da notícia via imprensa no dia seguinte.[carece de fontes] Ainda assim, nunca houvera o entendimento entre as duas partes: o Clube dos 13 e os demais representantes dos clubes em disputa da Copa União jamais reconheceram ou assinaram qualquer documento aceitando a alteração do regulamento que foi proposto pela confederação do qual obrigava o cruzamento entre os participantes dos dois módulos, [21][41]bem como os clubes do Módulo Amarelo, ainda antes do início da competição,[42] sempre posicionaram-se explicitamente contra o não cruzamento dos grupos e, posteriormente, exigiram também que o campeão (e não apenas os representantes brasileiros na Libertadores 1988) fosse definido no quadrangular.[39] Segundo Eurico Miranda, representante do Clube dos 13 na época, o mesmo assinou um acordo para que houvesse a competição, e o que foi assinado, foi em conjunto com os membros do Clube dos 13, de acordo com o que foi o regulamento da CBF. Resumindo, o Eurico Miranda representante vascaíno no recém-criado Clube dos 13, foi enviado como representante da entidade para uma reunião com a CBF[43], confirmou ter assinado o acordo para que houvesse a competição, embora o Clube dos 13 não tenha aceitado tal cruzamento[44][11]

O Módulo Amarelo era composto pelos seguintes clubes : América-RJ, Atlético-PR, Atlético-GO, Bangu-RJ, Ceará-CE, Criciúma-SC, CSA-AL, Guarani-SP, Internacional-SP, Joinville-SC, Náutico-PE, Portuguesa-SP, Rio Branco-ES, Sport-PE, Treze-PB e Vitória-BA. Como forma de protesto, o América decidiu boicotar o campeonato organizado pela CBF, deixando de comparecer aos jogos e perdendo todos por WO, pois estava ciente de que os participantes da Copa União nunca iriam reconhecer o Módulo Amarelo como primeira divisão, e por isso, jamais iriam ceder ao cruzamento entre os dois módulos. Além disso, vários órgãos de imprensa do país, independentemente da posição da CBF, consideravam o Módulo Verde a verdadeira primeira divisão.[45] [46] [47] A CBF organizou ainda outros dois módulos: Azul e Branco, que classificavam 12 equipes para a segunda divisão de 1988.

Ironicamente o regulamento imposto pela CBF que previa o cruzamento entre os campeões e vice de cada módulo, no entanto, se tornaria inviável no final das contas[carece de fontes], pois no Módulo Amarelo não ficou definido quem era o vice, os finalistas Sport e Guarani após uma prorrogação empataram nos pênaltis em 11 x 11 e dividiram o título em um acordo entre eles,[48] e para não contrariar o regulamento, sob risco de punição por parte da CBF,[49] o Guarani se dispôs a abdicar do título do módulo Amarelo. Segundo decisão de primeira instância da 10ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, a CBF, de posse do regulamento e critérios de desempate, declarou o Sport campeão com base na sua melhor campanha.[50] Já os jornais Diario de Pernambuco e Jornal do Commercio informam que no dia 22 de janeiro de 1988 o Guarani abriu mão do título.[28][51] A Copa União de 87 organizada pelo Clube dos 13 foi recorde de audiência e teve público médio de 20.877 pagantes, o segundo maior da história do campeonato nacional.[21]

Em dezembro de 1987, a CBF anunciou a tabela deste quadrangular, que seria disputado em turno e returno. Em 14 de janeiro de 1988, a 10ª Vara da Justiça Federal da Secção Judiciária de Pernambuco acatou uma ação cautelar movida pelo Sport para garantir o cumprimento da resolução nº 16/86, do CND, que estabelecia, em seu artigo 5º, que qualquer decisão tomada no Conselho Arbitral, convocado pelo Flamengo, só seria válida em caso de unanimidade.[51] Na data seguinte, 29 dos 32 clubes dos módulos Verde e Amarelo compareceram ao Conselho Arbitral. Segundo reportagem do Jornal do Brasil, Sport, Guarani, Náutico, Criciúma, Joinville, CSA e Treze votaram pela manutenção do cruzamento.[52] Já de acordo com artigo do Diario de Pernambuco, apenas Sport, Guarani, Náutico, Fluminense e Vasco foram a favor do quadrangular.[51] Mesmo sem haver unanimidade, o CND foi contra o cruzamento, contrariando a própria resolução da entidade.[51] Alegando que o regulamento foi alterado à revelia do Clube dos 13, Flamengo e Internacional-RS com o apoio do Clube dos 13 e de Carlos Miguel Aidar, se recusaram a disputar o cruzamento imposto pela CBF. Não foi uma simples escolha de Flamengo e Internacional, mas o cumprimento de uma determinação do Clube dos 13 e do regulamento da Copa União que fora criado pela mesma entidade. Logo, quaisquer dos clubes que chegassem à finalíssima deveriam fazer o mesmo.[53]. No dia 29 de janeiro de 1988, a CBF realizou uma reunião em sua própria sede, com presidentes de quase todas as federações (apenas Fred de Oliveira-PE e Rubens Hoffmeister-RS não compareceram) para examinar as contas da CBF e tentar estabelecer uma punição para Flamengo e Internacional por não jogarem o quadrangular.[54][55][56] Sob protestos da torcida flamenguista, acampada na frente do prédio da CBF, a entidade recebeu voto de confiança de todos os presentes “por ter exigido o respeito ao regulamento do Campeonato Brasileiro”.[56] No mesmo dia, o Clube de Regatas Flamengo entrou com um recurso na Justiça comum pedindo para não ser obrigado a jogar o cruzamento. O time carioca teve o pedido acatado pela juíza Tânia de Melo Bastos, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro.[56] A CBF então ameaçou punir o time carioca não mais por deixar de disputar o quadrangular (afinal o time estava respaldado judicialmente), mas por ingressar na justiça comum,[55] assim como o Sport.

Com isso Sport e Guarani disputaram o quadrangular, vencendo os jogos contra Flamengo e Internacional por WO. A CBF declarou o Sport como Campeão Brasileiro de 1987, enquanto o Clube dos 13[57][58][59][60], o Conselho Arbitral e o CND fez o mesmo com o Flamengo.

A CBF proclamou Sport e Guarani, respectivamente campeão e vice daquele ano,[61] como representantes do Brasil na Taça Libertadores da América. Tendo o caso sido levado até a justiça comum, esta, transitada em julgado ao Sport Club do Recife. Ou seja, a senteça se tornou permanente para os fatos alegados e provados em juízo durante o processo. Porém, como é é uma figura de segurança jurídica e diante de novos fatos a parte contrária pode questionar o transitado em julgado.[62][63]

Porém, tanto a própria CBF quanto a FIFA podem, caso assim decidam, tomar ações contra os clubes que recorrem à Justiça Comum. A FIFA não interfere julgando ou determinando os títulos de qualquer clube de qualquer país que seja [64], mas ela também não considera que a Justiça Comum seja um órgão competente para julgar causas esportivas e costuma punir os clubes que acionam a mesma [65] [66] Porém, mesmo com o pedido do Flamengo à FIFA de intervenção no caso e de punição ao Sport-PE, a FIFA optou por não se envolver no caso e não punir o Sport-PE.[67][68]

No ano seguinte, a CBF retoma a responsabilidade de organizar o Campeonato Brasileiro com os principais clubes do país que viria a ser chamando novamente de Copa União, mantendo assim, o mesmo nome da competição que foi realizada pelo Clube dos 13. Em 2000, novamente o Campeonato Brasileiro é organizado pelo Clube dos 13. Torneio que ficou conhecido como Copa João Havelange.

No dia 21 de fevereiro de 2011 a CBF decide, enfim, acabar com a polêmica declarando Flamengo e Sport como campeões de 1987 tendo como vice-campeões, respectivamente, Internacional e Guarani[69]. Entretanto esse reconhecimento não ocorreu por motivos técnicos. Parte importante da imprensa esportiva atuante em 2011 atribui esse reconhecimento da CBF à interesses e manobras políticas com a finalidade de enfraquecer o Clube dos 13 que estava em vias de organizar um novo processo de concorrência para a cessão de direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de Futebol[70] Essa parte da imprensa nunca questionou a legitimidade do título do Flamengo em 1987, mas sim o reconhecimento pela CBF do título apenas em 2011.

No dia 14 de junho de 2011 a CBF acata a decisão da 10ª Vara da Justiça Federal de Primeira Instância da Seção Judiciária de Pernambuco e revoga a resolução que também daria o título ao Flamengo, assim sendo o Sport Club do Recife volta a ser reconhecido como único campeão brasileiro de futebol de 1987.[71] O clube carioca ainda pode recorrer e afirmou que irá fazê-lo.[72].

No dia 29 de novembro a justiça de Pernambuco, em segunda instância nega o recurso do Flamengo.O clube afirma que vai recorrer ao STJ.[73]

Composição dos módulos

Classificação final da Copa Brasil 1986
Time Módulo que
jogou em 1987
1 São Paulo São Paulo Verde
2 São Paulo Guarani Amarelo
3 Minas Gerais Atlético Mineiro Verde
4 Rio de Janeiro America Amarelo
5 Bahia Bahia Verde
6 Rio de Janeiro Fluminense Verde
7 São Paulo Corinthians Verde
8 Minas Gerais Cruzeiro Verde
9 Santa Catarina Criciúma Amarelo
10 São Paulo Palmeiras Verde
11 São Paulo Portuguesa Amarelo
12 São Paulo Inter de Limeira Amarelo
13 Rio de Janeiro Flamengo Verde
14 Santa Catarina Joinville Amarelo
15 Rio de Janeiro Vasco da Gama Verde
16 Rio Grande do Sul Grêmio Verde
17 Rio Grande do Sul Internacional Verde
18 Paraná Atlético Paranaense Amarelo
19 São Paulo Santos Verde
20 Espírito Santo (estado) Rio Branco Amarelo
21 Rio de Janeiro Bangu Amarelo
22 São Paulo Ponte Preta Azul
23 Goiás Goiás Verde
24 Paraíba Treze Amarelo
25 Ceará Ceará Amarelo
26 Alagoas CSA Amarelo
27 Pernambuco Santa Cruz Verde
28 Pernambuco Sport Amarelo
29 Goiás Atlético Goianiense Amarelo
30 Bahia Vitória Amarelo
31 Pernambuco Náutico Amarelo
32 Rio de Janeiro Botafogo Verde
33 Pernambuco Central Branco
34 Amazonas Nacional Branco
35 Mato Grosso do Sul Comercial-MS Nenhum
36 Distrito Federal (Brasil) Sobradinho Branco
44 Paraná Coritiba Verde
Campeão e classificado para a Taça Libertadores da América de 1987
Vice-campeão e classificado para a Taça Libertadores da América de 1987
Eliminados nas semifinais
Eliminados nas quartas-de-final
Eliminados nas oitavas-de-final
Eliminados na segunda fase
Rebaixados na segunda fase
Eliminado na primeira fase (grupos A-D)

Módulo Verde

Ver Resultados do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1987
* A CBF não organizou a Copa União, o torneio foi organizado pelo Clube dos 13 que tinha tabela, regulamento e taça própria. Módulo Verde foi apenas o nome que a CBF passou a chamar a Copa União após decidir organizar outro campeonato e propor a mudança do regulamento prevendo o cruzamento entre as duas competições que estavam sendo organizadas paralelamente. O regulamento da Copa União que foi criado pelo Clube dos 13 não constava da divisão da competição em dois módulos (nem do cruzamento entre as duas competições)[74]. Mas a CBF e os clubes desde o início negociavam em conjunto a realização do evento, antes mesmo da criação do Clube dos 13,[3] que em seguida também passou a negociar, mas querendo só os grandes clubes participando.[10] Anteriormente a CBF tinha declarado problemas com dinheiro, sugerindo aos clubes se autofinanciar ou realizaria um campeonato enxuto, de poucas viagens, regionalizado.[2] Por fim, no dia 03/09/1987 a CBF que possui o direito exclusivo da organização, de acordo com a legislação[9], anunciou o acordo com os clubes, sendo a 1ª divisão com 32 Clubes(16+16) e cruzamento no quadrangular final.[8]. No entanto,no dia seguinte o clube dos 13 faz proposta à CBF, com o regulamento sendo feito pelo próprio Clube dos 13 e o campeão brasileiro sendo o do módulo verde; havendo cruzamento entre os módulos, apenas para definição dos representantes na Libertadores contrariando a vontade da CBF, entretanto, o Clube dos 13 cedeu em aceitar 16 clubes no Módulo Verde como queria a CBF segundo o Jornal do Brasil de 03/09/1987.[75]. De acordo com o Jornal do Brasil de 04/09/1987, as Federações propuseram a forma, de que o campeonato teria 4 campeões distintos. A CBF aceitava, entretanto, ainda faltava alguns ajustes na tabela e no regulamento, existindo um “detalhe político” sobre o quadrangular que definiria os clubes na Libertadores, não seriam o “campeão e o vice”.[76][77]. Na véspera do jogo inaugural, os clubes do módulo amarelo ainda reivindicavam que o cruzamento entre os módulos para definição dos representantes do Brasil na Libertadores fosse mantido, segundo o Jornal do Brasil, além de exigências referente a parte financeira do certame e prometiam ir à Justiça se não fossem atendidos.[78]. Segundo o jornal O Estado de São Paulo do dia 04/09/1987, o acordo feito entre CBF e os clubes era “oficialmente 64 times divididos em 4 grupos de 16, sendo que extraoficialmente eram divididos em 4 divisões. Na 1ª divisão, que a CBF insistirá em chamar de “Módulo verde”, estarão os 13 times que compõem o “Grupo dos 13”.[79] De acordo com O jornal O Estado de São Paulo de 05/09/1987, o contrato do Clube dos 13 com a TV dizia que os jogos do Módulo Verde(16 clubes) da Copa Brasil seriam transmitidos pela TV.[80] Entretanto, existia uma resolução do CND que estabelecia uma cota máxima de 20 clubes por divisão e impediria um campeonato com 32 clubes na Primeira Divisão.[81].Mas no início do certame, as resoluções 16,17,18 do CND entraram em vigor, conforme uma das resoluções reestabelecidas, tornava obrigatório a presença no campeonato oficial dos 28 clubes classificados em 1986 e extingue o convite.[82]

 

XVII Campeonato Brasileiro de Futebol
“I Copa União” Copa Brasil Módulo Verde 1987
Dados
Participantes 16
Período 11 de Setembro13 de Dezembro
Gol(o)s 223 (1,77)
Campeão Flamengo
Vice-campeão Internacional
Melhor marcador Müller (São Paulo)
10 golos
Público 2.630.502 (20.877)
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Fórmula de disputa

Primeira Fase: 16 clubes, jogando todos contra todos em turno único, mas organizados em duas chaves de 8 para efeito de classificação. Na primeira etapa (8 rodadas), os clubes da chave A jogam contra os da chave B; na segunda etapa (7 rodadas), todos os jogos são entre clubes da mesma chave. Em cada uma das duas etapas, classifica-se para a próxima fase o primeiro colocado de cada chave.

Fase Final (com semifinais e final): sistema eliminatório, em ida-e-volta. No caso de um mesmo clube ter vencido a sua chave nas duas etapas da fase anterior (abrindo vaga, portanto, para o segundo colocado da segunda etapa), este joga por dois empates na semifinal. Nos demais confrontos, dois empates (ou empate na soma dos placares dos dois jogos) levaria a prorrogação e disputa de pênaltis.

Primeira Fase

Primeira Etapa
Chave A
Time PG J V E D GP GC SG
1 Atlético Mineiro¹ 14 8 6 2 0 14 3 11
2 Grêmio 12 8 5 2 1 8 1 7
3 Palmeiras 9 8 4 1 3 6 7 -1
4 Botafogo 9 8 2 5 1 6 4 -2
5 Bahia 7 8 3 1 4 6 10 -4
6 Flamengo 7 8 2 3 3 6 8 -2
7 Santa Cruz 6 8 1 4 3 4 10 -6
8 Corinthians 5 8 1 3 4 4 9 -5
Chave B
Time PG J V E D GP GC SG
1 Internacional 10 8 4 2 2 10 2 8
2 Fluminense 9 8 3 3 2 7 6 1
3 Cruzeiro 8 8 1 6 1 4 5 -1
4 Vasco da Gama 7 8 3 1 4 10 7 3
5 Goiás 7 8 3 1 4 5 8 -3
6 São Paulo 6 8 2 2 4 7 7 0
7 Coritiba 6 8 2 2 4 6 10 -4
8 Santos 6 8 1 4 3 3 9 -6
PG – pontos ganhos; J – jogos; V – vitórias; E – empates; D – derrotas;
GP – gols pró; GC – gols contra; SG – saldo de gols
Segunda Etapa
Chave A
Time PG J V E D GP GC SG
1 Atlético Mineiro¹ 11 7 4 3 0 7 2 5
2 Flamengo² 10 7 4 2 1 10 4 6
3 Palmeiras 7 7 3 1 3 5 6 -1
4 Botafogo 6 7 2 2 3 5 5 0
5 Grêmio 6 7 2 2 3 6 7 -1
6 Bahia 6 7 1 4 2 5 8 -3
7 Santa Cruz 5 7 2 1 4 6 10 -4
8 Corinthians 5 7 1 3 3 5 7 -2
Chave B
Time PG J V E D GP GC SG
1 Cruzeiro 12 7 5 2 0 12 1 11
2 São Paulo 11 7 5 1 1 14 5 9
3 Fluminense 8 7 3 2 2 7 6 1
4 Coritiba 6 7 2 2 3 9 12 -3
5 Vasco da Gama 6 7 2 2 3 7 11 -4
6 Santos 5 7 1 3 3 4 8 -4
7 Internacional 4 7 1 2 4 2 8 -6
8 Goiás 4 7 0 4 3 3 7 -4
PG – pontos ganhos; J – jogos; V – vitórias; E – empates; D – derrotas;
GP – gols pró; GC – gols contra; SG – saldo de gols

¹ O Atlético-MG, por ter ficado na primeira colocação nas duas etapas, entra na semifinal com o direito de dois empates.

² O Flamengo se classificou na sua chave por ter somado mais pontos na segunda etapa.

Segunda Fase

Semi-Finais

Jogo de Ida

29 de Novembro Flamengo 1 – 0 Atlético Mineiro Maracanã, Rio de Janeiro
Roberto Gol marcado
29 de Novembro Internacional 0 – 0 Cruzeiro Beira-Rio, Porto Alegre

Jogo de Volta

02 de Dezembro Atlético Mineiro 2 – 3 Flamengo Mineirão, Minas Gerais
Chiquinho Gol marcado
Sérgio Araújo Gol marcado
Gol marcado Zico
Gol marcado Bebeto
Gol marcado Renato Gaúcho
02 de Dezembro Cruzeiro 0 – 1 Internacional Mineirão, Minas Gerais
Gol marcado Amarildo (Prorrogação)

Finais

Jogo de Ida

06 de Dezembro Internacional 1 – 1 Flamengo Beira-Rio, Porto Alegre
Amarildo (32 mim. do 1º tempo) Gol marcado Gol marcado Bebeto (30 mim. do 1º tempo) Público: 63.228 pagantes
Árbitro: Ulisses Tavares da Silva Filho (SP)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Inter no Jogo de Ida

Taffarel; Luiz Carlos Winck, Aluísio, Nenê e Paulo Roberto (Norton); Norberto, Luís Fernando e Balalo; Hêider, Amarildo e Brites. Técnico: Ênio Andrade.

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Flamengo no Jogo de Ida

Zé Carlos; Jorginho, Leandro, Edinho e Leonardo; Andrade, Aílton e Zico (Flávio); Renato, Bebeto (Henágio) e Zinho. Técnico: Carlinhos.

Jogo de Volta

13 de Dezembro Flamengo 1 – 0 Internacional Maracanã, Rio de Janeiro
Bebeto (16 mim. do 1º tempo) Gol marcado Público: 91.034 pagantes
Árbitro: José de Assis Aragão (SP)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Flamengo no Jogo de Volta

Zé Carlos; Jorginho, Leandro, Edinho e Leonardo; Andrade, Aílton e Zico (Flávio); Renato, Bebeto e Zinho. Técnico: Carlinhos.

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Inter no Jogo de Volta

Taffarel; Luiz Carlos Winck, Aluísio, Nenê e Paulo Roberto (Beto); Norberto, Luís Fernando e Balalo; Hêider (Manu), Amarildo e Brites. Técnico: Ênio Andrade.

Classificação final

Môdulo Verde
Times Pts J V E D GP GC SG
1 Flamengo 24 19 9 6 4 22 15 7
2 Internacional 18 19 6 6 7 14 12 2
3 Atlético Mineiro 25 17 10 5 2 23 9 14
4 Cruzeiro 21 17 6 9 2 16 7 9
5 Grêmio 18 15 7 4 4 14 8 6
6 São Paulo 17 15 7 3 5 21 12 9
7 Fluminense 17 15 6 5 4 14 12 2
8 Palmeiras 16 15 7 2 6 11 13 -2
9 Botafogo 15 15 4 7 4 11 9 2
10 Vasco da Gama 13 15 5 3 7 17 18 -1
11 Bahia 13 15 4 5 6 11 18 -7
12 Coritiba 12 15 4 4 7 15 22 -7
13 Goiás 11 15 3 5 7 8 15 -7
14 Santa Cruz 11 15 3 5 7 10 20 -10
15 Santos 11 15 2 7 6 7 17 -10
16 Corinthians 10 15 2 6 7 9 16 -7
Disputaram a Final do Môdulo Verde
Chegaram as Semi-finais
Eliminados Na 1ª fase

Módulo Amarelo

Ver Resultados do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1987
XVII Campeonato Brasileiro de Futebol
Copa Brasil Módulo Amarelo 1987
Dados
Participantes 16
Período 13 de setembro de 1987 – 13 de dezembro de 1987
Gol(o)s 207 (1,83)
Campeão Sport e Guarani
Vice-campeão título dividido
Melhor marcador Evair(Guarani)
9 golos
Procurar imagem disponíveis

Também chamado de Taça Roberto Gomes Pedrosa, contou com a participação de Guarani, Criciúma, Joinville, América-RJ,[83] Inter de Limeira, Portuguesa, Atlético-PR, Rio Branco-ES, Bangu, Treze, Ceará, CSA, Náutico, Atlético-GO, Sport e Vitória.

Fórmula de disputa

16 equipes foram divididas em dois grupos (neste caso, o critério para a divisão dos grupos foi a região). O sistema de classificação foi idêntico ao Módulo Verde.

Caso duas equipes tenham o mesmo número de pontos e estejam na zona de classificação às semifinais, disputam um jogo de desempate.

No grupo A, se classificaram Atlético Paranaense (vencedor do 1º turno) e Guarani (vencedor do 2º turno).

No grupo B, se classificaram Sport Recife (vencedor dos dois turnos) e Bangu (vice no 2º turno). O Sport entra na semifinal com um ponto extra.

Primeira fase

Confrontos da Primeira Etapa
ARJ BAN CEA CSA NAU SPT TRE VIT
AGO WO-0 1-0 1-0 3-1 2-1 0-0 3-1 0-0
ATP 0-WO 1-2 0-1 1-1 2-0 1-1 0-0 1-2
CRI WO-0 1-0 1-2 1-2 2-0 3-0 2-1 2-1
GUA 0-WO 0-0 1-0 0-1 4-2 2-0 1-3 0-1
ILI 0-WO 1-0 1-0 0-2 0-1 4-0 2-1 0-0
JOI 0-WO 1-1 1-0 3-2 2-1 0-1 0-0 3-1
POR WO-0 1-0 1-1 4-0 2-1 1-1 1-0 2-1
RBR WO-0 1-0 1-1 0-1 0-1 0-1 2-1 0-0
Para ler a tabela,
os escores em negrito indicam as partidas onde a
equipe da linha horizontal foi a mandante.
Jogo de desempate-1º lugar Grupo A
Guarani 0 x 2 Atlético-PR
Primeira Etapa
Chave A
Time PG J V E D GP GC SG
1 Atlético Paranaense 11 8 4 3 1 9 5 4
2 Guarani 11 8 5 1 2 10 6 4
3 Criciúma 10 8 5 0 3 10 9 1
4 Portuguesa 10 8 4 2 2 11 6 5
5 Atlético Goianiense 10 8 4 2 2 8 6 2
6 Inter de Limeira 9 8 4 1 3 6 7 -1
7 Rio Branco 8 8 3 2 3 5 5 0
8 Joinville 6 8 2 2 4 7 10 -3
Chave B
Time PG J V E D GP GC SG
1 Sport 13 8 5 3 0 13 2 11
2 Vitória 9 8 3 3 2 8 6 2
3 Bangu 8 8 3 2 3 5 5 0
4 Náutico 6 8 3 0 5 8 13 -5
5 Treze 6 8 2 2 4 8 10 -2
6 Ceará 6 8 2 2 4 5 7 -2
7 CSA 5 8 2 1 5 7 15 -8
8 America 0 8 0 0 8 0 8 -8
PG – pontos ganhos; J – jogos; V – vitórias; E – empates; D – derrotas;
GP – gols pró; GC – gols contra; SG – saldo de gols
Confrontos da Segunda Etapa-Chave A
AGO ATP CRI GUA ILI JOI POR RBR
AGO 3-0 0-2 1-0 1-0 0-0 1-0 0-0
ATP 3-0 1-1 0-0 1-1 1-2 0-1 1-1
CRI 0-2 1-1 2-0 0-0 2-0 0-0 3-0
GUA 1-0 0-0 2-0 0-0 0-2 2-0 2-3
ILI 1-0 1-1 0-0 0-0 0-0 1-0 0-0
JOI 0-0 1-2 2-0 0-2 0-0 1-0 0-0
POR 1-0 0-1 0-0 2-0 1-0 1-0 0-1
RBR 0-0 1-1 3-0 2-3 0-0 0-0 0-1
Confrontos da Segunda Etapa-Chave B
BAN CEA CSA NAU SPT TRE VIT
BAN 2-0 0-0 3-0 2-0 0-0 3-1
CEA 2-0 2-0 1-0 2-1 0-2 1-0
CSA 0-0 2-0 1-1 0-1 2-1 0-0
NAU 3-0 1-0 1-1 0-1 2-1 2-2
SPT 2-0 2-1 0-1 0-1 2-1 0-0
TRE 0-0 0-2 2-1 2-1 2-1 1-1
VIT 3-1 1-0 0-0 2-2 0-0 1-1
Para ler as tabelas,
os escores em negrito indicam as partidas onde a
equipe da linha horizontal foi a mandante.
Jogo de desempate-2º lugar Grupo B
Bangu 1(4) x 1(3) Vitória
Segunda Etapa
Chave A
Time PG J V E D GP GC SG
1 Guarani 10 7 4 2 1 9 3 6
2 Criciúma 9 7 3 3 1 8 3 5
3 Atlético Paranaense 8 7 2 4 1 8 5 3
4 Portuguesa 7 7 3 1 3 3 4 -1
5 Inter de Limeira 7 7 1 5 1 2 2 0
6 Rio Branco 6 7 2 2 3 4 7 -3
7 Joinville 5 7 1 3 3 2 6 -4
8 Atlético Goianiense 4 7 1 2 4 1 7 -6
Chave B
Time PG J V E D GP GC SG
1 Sport 9 6 4 1 1 6 4 2
2 Bangu 8 6 3 2 1 8 3 5
3 Vitória 8 6 2 4 0 7 4 3
4 Treze 6 6 2 2 2 7 6 1
5 Náutico 4 6 1 2 3 5 9 -4
6 Ceará 4 6 2 0 4 4 7 -3
7 CSA 3 6 0 3 3 2 6 -4
PG – pontos ganhos; J – jogos; V – vitórias; E – empates; D – derrotas;
GP – gols pró; GC – gols contra; SG – saldo de gols

Obs.:
1.Os jogos de desempate não são incluídos na tabela de casssificação;
2.Nos jogos do América-RJ foi dada vitória por WO (1×0) à equipe que o enfrentaria.

Segunda Fase

Semi-Finais

Jogo de Ida

29 de Novembro Atlético Paranaense 0 – 0 Guarani Couto Pereira, Curitiba
Público: 4.853 pagantes e 827 não pagantes
Árbitro: Arnaldo David Cezar Coelho (RJ)
25 de Novembro Bangu 3 – 2 Sport Moça Bonita, Porto Alegre
Gol marcado Marildo (16 mim. do 1º tempo)
Gol marcado Paulinho Criciúma (3 mim. do 2º tempo)
Gol marcado Edivaldo (43 mim. do 2º tempo)
Gol marcado Betão (24 mim. do 1º tempo ) (pen)
Gol marcado Augusto (24 mim. 2º tempo)

Jogo de Volta

02 de Dezembro Guarani 1 – 0 Atlético Paranaense Brinco de Ouro, Campinas
Gol marcado Boiadeiro (8 mim. 1º tempo da prorrogação) Público: (2.747 pagantes e 138 menores)
Árbitro: Arnaldo David Cezar Coelho (RJ)
29 de Novembro Sport 3 – 1 Bangu Ilha do Retiro, Recife
Gol marcado Zico (4 mim. do 1º tempo)
Gol marcado Betão (11 mim. do 1º tempo)
Gol marcado Nando (18 mim. do 1º tempo)
Gol marcado Marinho (45 mim. do 1º tempo)

Finais

Jogo de Ida

06 de Dezembro Guarani 2 – 0 Sport Brinco de Ouro, Campinas
Gol marcado Evair (11 mim. e 27 mim. 1º tempo)[84] Público: 2.415 pagantes
Árbitro: Luís Carlos Félix (RJ)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Guarani no Jogo de Ida

Sérgio Nery; Giba, Ricardo Rocha, Gilson Jader e Edson; Paulo Isidoro, João Carlos Maringá ;Boiadeiro, Catatau e Evair (Carlinhos) e João Paulo (Nei). Técnico: Pedro Rocha.

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Sport no jogo de Ida

Flávio; Betão, Estevam, Marco Antônio e Zé Carlos Macaé ; Rogério (Antonio Carlos , Ribamar e Zico ; Robertinho, Nando (Augusto) e Neto. Técnico: Emerson Leão.

Jogo de Volta

13 de Dezembro Sport 3 – 0 Guarani Ilha do Retiro, Recife
Gol marcado Nando (19 mim. do 1º tempo)
Gol marcado Macaé (16 mim. e 19 mim. do 2º tempo)
Público: 16.674 Pagantes
Árbitro: Josenil dos Santos Souza (MA)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Sport jogo de Volta

Flávio; Betão, Estevam, Marco Antônio e Zé Carlos Macaé ; Rogério (Antonio Carlos , Zico e Ribamar ; Nando (Augusto) e Neto. Técnico: Emerson Leão.

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Guarani jogo de Volta

Sérgio Nery; Giba, Ricardo Rocha, Gilson Jader e Edson; Paulo Isidoro, João Carlos Maringá ;João Paulo (Nei) , Catatau ; Evair (Carlinhos) e João Paulo. Técnico: Pedro Rocha.

Decisão por pênaltis 11 x 11.

(Após terminar a prorrogação sem gols, a decisão foi para os pênaltis. Quando a disputa estava em 11 x 11, Sport e Guarani entraram num consenso determinando o fim da disputa e a divisão do título.[48])

Classificação Final

Módulo Amarelo
Times Pts J V E D GP GC SG
1 Sport 26 18 11 4 3 27 12 15
2 Guarani 24 19 10 4 5 21 14 7
3 Bangu 19 17 7 5 5 18 14 4
4 Atlético Paranaense 20 17 6 8 3 18 11 7
5 Vitória 18 15 5 8 2 16 11 5
6 Criciúma 17 14 7 3 4 17 12 5
7 Portuguesa 15 14 6 3 5 13 10 3
8 Inter de Limeira 14 14 4 6 4 7 9 -2
9 Treze 12 14 4 4 6 15 16 -1
10 Rio Branco 12 14 4 4 6 8 12 -4
11 Atlético Goianiense 12 14 4 4 6 8 13 -5
12 Ceará 10 14 4 2 8 9 14 -5
13 Náutico 10 14 4 2 8 13 22 -9
14 Joinville 9 14 2 5 7 8 16 -8
15 CSA 8 14 2 4 8 9 21 -12
16 America 0 0 0 0 0 0 0 0
Disputaram a Final do Módulo Amarelo
Chegaram as Semi-finais
Eliminados Na 1ª fase

Fonte: http://www.rsssfbrasil.com/tablesae/br1987.htm (Inclui os jogos de desempate)

Quadrangular Final (Módulo Verde + Módulo Amarelo)

Quadrangular Final
Times Pts J V E D GP GC SG
1 Sport 3 2 1 1 0 1 2 +1
2 Guarani 1 2 0 1 1 1 2 -1
3 Flamengo 0 WO 0 0 0 0 0 0
4 Internacional 0 WO 0 0 0 0 0 0
Campeão e Classificado para Libertadores de 1988
Vice e Classificado para Libertadores de 1988

Jogos

1ª rodada

24 de janeiro de 1988 Guarani 0 − w.o Flamengo Brinco de ouro, São Paulo
Gol marcado aos 0 minutos de jogo 0′ (concedido 1 – 0 para o guarani) Público: bilheterias não funcionaram, após 30 minutos esperando o Flamengo o Juiz Renato Marsíglia, declarou o Guarani vencedor 1 a 0 por W.O.[85]
Árbitro: Renato Marsíglia

24 de janeiro de 1988 Sport 0 − w.o Internacional Ilha do Retiro, Recife
Gol marcado aos 0 minutos de jogo 0′ (concedido 1 – 0 para o Sport) Público: 0 Não se sabe

2ª rodada

27 de janeiro de 1988[86] Guarani 0 − w.o Internacional Brinco de ouro, São Paulo
Gol marcado aos 0 minutos de jogo 0′ (concedido 1 – 0 para o guarani) Público: 0 Não se sabe

27 de janeiro de 1988 Sport 0 − w.o Flamengo Ilha do Retiro, Recife
Gol marcado aos 0 minutos de jogo 0′ (concedido 1 – 0 para o Sport) Público: 0 Não se sabe

3ª rodada

31 de Janeiro de 1988[87] Guarani 1 – 1 Sport Brinco de Ouro
Catatau Gol marcado aos 62 minutos de jogo 62′ (pen) Betão Gol marcado aos 52 minutos de jogo 52′ Público: 4,627 pagantes
Árbitro: Carlos Elias Pimentel (RJ)

GUARANI: Sérgio Neri, Giba, Luciano, Ricardo Rocha e Albéris (Gil Baiano); Paulo Isidoro, Nei (Carlinhos) e Marco Antônio Boiadeiro; Catatau, Mário Maguila e João Paulo. Técnico: Carbone.

SPORT: Flávio, Betão, Estevam, Marco Antonio e Zé Carlos Macaé; Rogério, Zico e Ribamar (Disco); Robertinho, Nando (Augusto) e Neco. Técnico: Jair Picerni.


31 de Janeiro de 1988 Flamengo w.o − w.o Internacional
Público: Jogo cancelado nenhum
dos times compareceu ao jogo.

4ª rodada

01 de Fevereiro de 1988 Flamengo w.o – 0 Guarani Maracanã,Rio de Janeiro
Público: Jogo cancelado já que o Flamengo
não compareceu e nem autorizou a realização do jogo no Maracanã

01 de fevereiro de 1988 Internacional w.o – 0 Sport Beira-Rio, Porto Alegre
Público: Jogo cancelado já que o Internacional
não compareceu e nem autorizou a realização do jogo no Beira-Rio

5ª rodada

03 de Fevereiro de 1988 Internacional w.o – 0 Guarani Beira-Rio, Porto Alegre
Público: Jogo cancelado já que o Internacional
não compareceu e nem autorizou a realização do jogo no Beira-Rio

03 de fevereiro de 1988 Flamengo w.o – 0 Sport Maracanã,Rio de Janeiro
Público: Jogo cancelado já que o Flamengo
não compareceu e nem autorizou a realização do jogo no Maracanã

6ª rodada

7 de fevereiro de 1988 Flamengo w.o − w.o Internacional
Público: Jogo cancelado nenhum
dos times compareceu ao jogo.

7 de fevereiro de 1988 Sport 1 – 0 Guarani Ilha do Retiro
16:00 hs Marco Antônio Gol marcado aos 64 minutos de jogo 64′[28] Público: 26,282 pagantes
Árbitro: Luís Carlos Félix

SPORT: Flávio, Betão, Estevam, Marco Antônio e Zé Carlos Macaé; Rogério, Ribamar (Augusto) e Zico; Robertinho, Nando e Neco. Técnico: Jair Picerni.

GUARANI: Sérgio Nery, Gil Baiano, Luciano, Ricardo Rocha e Albéris; Paulo Isidoro, Nei (Carlinhos) e Marco Antônio Boiadeiro; Catatau (Mário), Evair e João Paulo. Técnico: Carbone.

Final

  • O último jogo do quadrangular final por muitos é considerado uma final já que Flamengo e Internacional não disputaram o cruzamento dos módulos, porque cumpriram uma determinação do Clube dos 13 e do regulamento da Copa União que fora criado pela mesma entidade. A CBF(entidade máxima do futebol brasileiro) considerava inválida essa determinação.[13]

Nesta fase a CBF estabeleceu que houvesse um quadrangular entre os campeões do módulo amarelo e o campeão e vice do Módulo Verde para decidir qual seria o campeão de 87. Flamengo e Internacional não participaram desse quadrangular final criado pela CBF porque o Clube dos 13 considerou que o Módulo Amarelo séria a Série B de 1987 e não a série A. No fim do 2º jogo entre Sport e Guarani a torcida do Sport desceu todos em direção ao campo para comemorar o título.[13]

Módulos Azul e Branco (Série B)

Ver jogos do Módulo Azul e jogos do Módulo Branco

Módulos regionais. Ambos são equivalentes à segunda divisão.

Cada um dividido em 6 grupos de 4 equipes. Os dois primeiros de cada equipe se classificam para a próxima fase.

Na segunda fase, os vencedores de cada grupo enfrentam os segundos colocados (grupo A x grupo B, grupo C X grupo D, grupo E x grupo F), em partidas de ida-e-volta.

Na terceira fase, os 6 vencedores dos confrontos anteriores se enfrentam em um sistema ida-e-volta.

Na fase final, tem-se um triangular em que as 3 equipes classificadas das fases anteriores se enfrentam em turno único. Quem somar mais pontos é o campeão.

Classificações finais

Módulo Azul
Time P J V E D GP GC SG
1 Rio de Janeiro Americano 3 2 1 1 0 2 0 2
2 Minas Gerais Uberlândia 2 2 1 0 1 2 2 0
3 Rio Grande do Sul Juventude 1 2 0 1 1 0 2 -2
Campeão e promovido à segunda divisão de 1988.
Módulo Branco
Time P J V E D GP GC SG
1 Mato Grosso do Sul Operário 3 2 1 1 0 2 1 1
2 Pará Paysandu 2 2 1 0 1 3 2 1
3 Paraíba Botafogo 1 2 0 1 1 0 2 -2
Campeão e promovido à segunda divisão de 1988.

O Americano foi declarado campeão do Módulo Azul e o Operário foi declarado campeão do Módulo Branco. Ambos têm o direito de permanecer na segunda divisão em 1988.

Campeão

Bandeira de Pernambuco.svg
Sport Club do Recife[88]
(1º título)

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