11 das pessoas mais azaradas de todos os tempos

Com certeza, todos nós já passamos por momentos de puro azar ou conhecemos aquele sujeito azarado que sofre na mão do Destino. Porém igual esse pessoal da lista dificilmente iremos achar. Eita galerinha azarada! Confira e perceba o quanto você é sortudo perto deles:

11 e 10. Jason e Jenny Cairns-Lawrence

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Eles não são espiões, muito menos agentes especiais enviados para outros países. Mesmo assim os seus amigos terroristas sempre apareciam quando Jason e Jenny resolviam tirar umas férias. Por incrível que pareça, eles presenciaram três ataques terroristas de grande escala ( se eu fosse da CIA usava os dois como detector de ataques terroristas).

O casal inglês esteve presente:

– no famoso 11 de Setembro 2001. O ataque às torres gêmeas;
– em 2005 Londres durante o ataque ao metrô que matou 52 pessoas;
– na India, cidade de Munbai; em 2008 no ataque que matou 173 e feriu pelo menos 308.

Férias agitadas, não?!

9. Roy Sullivan

Segundo as estatísticas, existe uma possibilidade em 3000 de ser atingido por um raio. Portanto, ser atingido 7 vezes por um raio é de uma em 21.000.000.000.000.000.000.000.000. Nem assim as estatísticas foram suficientes e favoráveis para Roy Sullivan, um guarda florestal do Parque Nacional Shenandoah na Virginia. Roy foi atingido por raios em sete diferentes ocasiões. Sete vezes diferentes, SETE!!!!!

Alguns cientistas teorizam que a ocupação de Sullivan como guarda florestal em uma área com tendências a tormentas poderia ter sido parte do problema. Mas muito mais provável seria que Roy tivesse um inimigo desconhecido com tremendos poderes de X-Men.

Sullivan foi atingido pela primeira vez em 1942 enquanto fazia a vigilância em uma torre. O raio entrou por sua perna e saiu por seu polegar, expulsando sua unha como uma bala.

Sullivan também foi atingido enquanto dirigia por uma montanha… pescando… dentro de uma estação de guardas florestais. Espera aí… se um raio se dá ao trabalho de buscar alguém dentro de um edifício, é para começar a ter medo… muito medo.

Três anos depois Roy recebeu novo impacto e passaram a chamá-lo de para-raio humano.

O interessante – para quem lê e não para quem sofre – é que cada raio deixou sua marca. Um dos raios fez Roy perder as sobrancelhas, outro a unha de um dos dedos do pé, outro queimou levemente o couro cabeludo, o seguinte queimou levemente o peito… e assim por diante, como se tivessem marcando conscientemente o corpo de Roy.

Mas veja como são as coisas, depois de escapar com vida de sete “raiadas”… sete… uma mulher cruzou o caminho de nosso intrépido para-raio humano e lançou um raio em seu coração. Roy se suicidou aos 71 anos por causa de uma decepção amorosa. É, amigo, o amor mata!

8. Pete Best

Se você pensa em uma das maiores bandas da História, em que banda você pensa? Beatles? É, para grande parte da população mundial, a primeira resposta que vem a mente é justamente essa! Agora imagine você no lugar de um músico que teria a chance de entrar nessa banda e virar um dos maiores nomes da Música de todos os tempos e não o fez por ser rebelde demais…. pois bem, esse é o resumo da vida de Pete Best, o quase Beatles.

Pete estava na banda quando ela ainda se chamava “The Quarrymen” e além de ser um ótimo baterista fazia muito sucesso com as mulheres pela beleza, mas entre os outros membros não fazia sucesso. Pete não compunha e nem saia com os outros 3, e se recusou a aderir ao penteado que virou a marca registrada da banda, isso e outras coisas contribuíram para um desgaste, e em 1962 recebeu um telefonema do próprio Paul expulsando-o da banda.
Pouco tempo depois Pete veria os Beatles se transformarem no maior fenômeno que a música já viu, e graças a isso chegou inclusive a tentar suicídio (sem sucesso), depois disso abandonou a música por um bom tempo e hoje em dia faz pequenos shows cantando sucessos do grupo, já que apesar de tudo sempre haverá um Beatlemaniaco querendo uma foto com alguém que (quase) entrou para a história.

7. Billy Bob Harrell

Billy era um jovem pastor vivendo sua vidinha pacata em uma cidade pequena no sul dos EUA. Tinha mulher e dois filhos e sobrevivia com o seu trabalho de pregador da comunidade. Nada de muito luxo porém não havia do que reclamar. Certo dia, Billy Bob apostou em um jackpot que estava valendo 31 milhões de doláres! E ganhou…. para sua infelicidade!

No inicio foi tudo muito bom. Billy Bob comprou uma fazenda, carros, casas, começou a viver no luxo, reformou a igrejinha, a vida teria sorrido para Billy. Contudo, com o passar do tempo, o que era uma benção se tornou uma maldição. Pessoas começaram a se aproximar de Billy apenas para pedir dinheiro emprestado. Harrell descobriu que não podia recusar, ele simplesmente não conseguia dizer “não” devido a sua crença. Era um pastor tão fevoroso que seguia na risca as escrituras sagradas e não negava a ninguém a tal “ajudinha”. E no meio desse turbilhão de interesseiros, Billy perdeu os 31 milhões! Tudo emprestado…. quer dizer, está mais para doado já que ninguém pagava o coitado.

Billy ficou pobre. Sua mulher, revoltada com a falta de pulso firme do marido, pediu divorcio. Ele perdeu a guarda dos filhos e ainda por cima, teve que sair da casa onde vivia, pois perdeu na Justiça para sua mulher. Deprimido e sem nenhum tostão sequer para pagar o aluguel, Billy optou pelo suícidio.

6. Radivoje Lajic

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Sabe qual a probabilidade de você ser atingido por um meteorito? Para você ter idéia se os zeros não fossem dispostos na exponencial, eles ocupariam boa parte desse post, tamanha é a improbabilidade de um evento assim acontecer (uma em um quatrilhão). Imagina então, qual seria a probabilidade desse evento acontecer cinco vezes com a mesma pessoa?! Esse é Radivoje Lajic, o homem que cospe nas probabilidades!

Embora as chances sejam quase nulas, já presencíamos eventos parecidos antes. Os casos mais célebres são da morte de um cachorro em Nakhla no Egito em 1911, da mulher atingida na perna em Sylacauga, USA e do carro em Peekskill, NY, USA e mais recentemente o meteorito do tamanho de uma ervilha que atingiu a mão de um menino à 48 mil km/h na cidade de Essen, na Alemanha. Mas, obviamente, nenhum desses casos é tão bizarro quanto o caso Lajic.

O primeiro meteorito que visitou Lajic quebrou parte da sua casa e o atingiu de leve. Até aí, tudo bem, afinal, as chances são pequenas mas acontece, não é? Dado o tamanho do planeta, o tamanho das pedras e a singularidade dos eventos, ser atingido UMA vez por um meteorito já é um tremendo azar. Mas a vida continuar e Lajic construiu a sua casa de novo. Foi quando o segundo meteorito bateu em sua porta, melhor dizendo, telhado e lá se foi parte da casa de Lajic novamente. Cosmos trollando? Talvez. O evento ter se repetido é com certeza uma “Puta falta de sacanagem” do Universo e do Caos, mas tal como Joseph Kimbler, Radivoje não perdeu as esperanças e reconstruiu sua humilde residência.

A vida era bela, até que um dia, outro bendito meteorito resolveu aparecer! Então Lajic pirou – também pudera, quem não piraria?! Passou a alegar que estava sendo perseguido por alienígenas “brincalhões”. Depois disso ainda levou mais duas “meteoradas”. Indignado, construiu sua casa com o telhado e paredes com chapas de aço reforçada!

“Obviamente eu sou alvo da ação extraterrestre. Eu não sei o que foi que eu fiz para aborrecê-los, mas não há nenhuma outra explicação que faça sentido. A chance de ser atingido por um único meteorito é tão pequena que ser atingido cinco vezes é uma aberração.” disse Lajic

Especialistas na Universidade de Belgrado confirmaram que todas as pedras que Radivoje Lajic apresentou são mesmo meteoritos. Eles agora investigam os campos magnéticos locais para tentar estabelecer uma hipótese que justifique o que faz de Radivoje Lajic um alvo para esses pequenos corpos celestes. Entre as poucas evoluções do caso aquela que mais se destacou foi a descoberta de que rochas sempre atingem a residência de Lajic quando há uma tempestade e está chovendo muito, mas nunca quando o dia está bom.

5. Costis Mitsotakis

Pior que ganhar na loteria e gastar tudo – ou emprestar, depende da pessoa – e virar pobre novamente, é acontecer o que aconteceu com o pobre – em todos os sentidos da palavra – Costis Mitsotakis. Todo mundo que ele conhecia ficou rico, exceto ele, por opção e por ser resmungão.

Mitsotakis era um jovem cineasta da pequena aldeia espanhola de Sodeto, no município de Grañén. Todos os anos, todos os moradores da vila se reúnem para participar de um “bolão” de uma loteria chamada “El Gordo” que dá um dos maiores prêmios da Europa e corre no mês de Dezembro. Ano passado, a vila se reuniu para fazer o habitual “bolão”. A união seria completa se não fosse o rabujento Costis que sempre optava em não participar por não acreditar que um dia pudesse levar o prêmio. E graças a sua descrença terminou sendo o único que não recebeu parte do prêmio de 700 milhões de euros que a vila inteira – exceto ele – ganhou!

E calma, tem ainda mais por vir: Costis teve que presenciar a gozação da vila inteira, que além de rirem muita da sua cara e do seu jeito Lula Molusco de ser, ainda dançaram a conga, em celebração à nova vida que teriam pela frente (poxa, isso me fez lembrar do Maskara!)

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4. Tsutomu Yamaguchi

Esse cidadão conseguiu estar presente na duas únicas cidades da história atingidas por uma bomba atômica!!!

Tsutomu morava em Hiroshima quando a bomba de 6 de Agosto de 1945 devastou a cidade. Por ironia ou deboche do destino, conseguiu sobreviver. Com os inúmeros ferimentos e queimaduras ele resolveu abandonar a cidade na mesma noite tentando esquecer aquele pesadelo. Iria para um lugar mais tranquilo, que pudesse sobreviver sem que tivesse que passar por aquele pesadelo novamente e reconstruir sua vida. Foi então que decidiu que iria viver em Nagasaki.

Três dias depois lá estava Yamaguchi passando pela horrível experiência de sobreviver a bomba atômica novamente.

3. Guillaume Le Gentil

Três horas, 14 minutos e 7 segundos. No dia 4 de junho de 1769, esses 194 minutos serviram como linha de demarcação na vida do astrônomo Guillaume Le Gentil e o transformaram para sempre num dos cientistas mais azarados da história.

Nada indicava que isso ocorreria. Guillaume Joseph Hyacinthe Jean-Baptiste Le Gentil de la Galaisière era figura de prestígio na corte do rei Luís XVI. Recebeu diversas honrarias, entre elas a admissão na Academia Real de Ciências. Tinha tudo a que o francês médio aspirava: era rico, casado e também amante da copeira da casa. Depois, enamorou-se da filha de 15 anos da serviçal e tornou-se igualmente amante da jovem.

A sorte começou a mudar em 1760. Em 6 de junho do ano seguinte, o planeta Vênus se alinharia com o Sol pela primeira vez em um século. Era uma oportunidade única para a medição do corpo celeste. Le Gentil rumou para Pondicherry, colônia francesa na Índia e um dos lugares mais propícios no globo à observação do chamado “trânsito de Vênus”*. Despediu-se da esposa (e das amantes) e embarcou numa aventura.

Partindo das terras européias, cruzou o cabo da Boa Esperança e, antes de chegar à Índia, fez uma parada nas Ilhas Maurício. Lá as notícias não eram boas: uma guerra estourara entre a França e a Inglaterra pelo controle do subcontinente indiano. A barra estava pesada em Pondicherry. Le Gentil mudou de planos e rumou para Coromandel, localidade próxima, também na Índia. Pouco antes de chegar ao local, ficou sabendo da vitória britânica e que quem falava fazendo biquinho não era mais bem-vindo na região. A fragata teve de retornar para as Ilhas Maurício. Quando chegou o tão esperado 6 de junho de 1761, o dia estava claro, mas Guillaume Le Gentil não pôde fazer nada: da embarcação em movimento era impossível fazer a observação.

Ainda não era hora de desistir. Um novo trânsito de Vênus aconteceria dali a oito anos. Tempo de sobra. Rumou para as Filipinas, onde foi hostilizado, e voltou para a já apaziguada Pondicherry. Nesse vaivém passaram-se sete anos. Com mais um pela frente até o evento celeste, construiu um observatório superequipado. No dia 4 de junho de 1769, estava a postos. No momento em que mirou o telescópio na direção de Vênus, perfeitamente alinhado com o Sol, uma nuvem se colocou bem defronte deles. E lá permaneceu pela duração do trânsito venusino: as fatídicas 3 horas, 14 minutos e 7 segundos.

Desesperado, ainda tentou rumar para um porto próximo. Não deu certo. Ganhou, isso sim, uma disenteria que o deixou um ano de cama. Fracassado e ainda doente, decidiu voltar para casa. No caminho, um tufão quase fez seu navio naufragar na costa africana.

Le Gentil chegou em Paris 11 anos e meio após ter partido. E tudo estava bem diferente. Declarado morto, sua cadeira na Academia Real fora tomada por outro cientista. A esposa, considerando-se viúva, tinha novo marido – e com os herdeiros dilapidou a pequena fortuna do astrônomo. Guillaume Le Gentil entrou para a história. Não exatamente como planejava, mas por causa de uma nuvem. Malditos 194 minutos!

* A perfeita observação de Vênus só é possível duas vezes a cada século.

2. Henry Ziegland

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Essa é até difícil de explicar… vamos lá: Henry foi morto por uma bala alojada em uma árvore, 20 anos depois de ter sido atingido pela mesma bala em um tiroteio.

Em 1883, Henry terminou um namoro de anos. A namorada; inconsolável, cometeu suicídio. O ex-cunhado de Henry, tentando bancar o herói, atirou em Henry e depois também se matou. Mal sabia ele que a bala apenas atingiu Henry de raspão e se alojou em uma árvore atrás dele.

Vinte anos após ter se sentido o homem mais sortudo do Mundo; Mr Ziegland resolveu apagar aquela péssima memória e derrubar a árvore que ficava no terreno da sua propriedade.

Sem habilidade alguma para tal feito, Henry colocou dinamite no pé da árvore.Na explosão; a bala alojada se desprendeu e atingiu Henry direto na cabeça matando-o instantaneamente.

1. Mick Willary

Se a vida de Mick Willary fosse adaptada para o cinema, coitado do ator – ou dublê – que fosse escalado para o papel dele. O inglês de 58 anos é da cidade de Stanley e, neste momento, dever estar em algum hospital por aí fazendo por merecer a fama de ser o cara mais azarado que já se teve notícia.

Seus ferimentos mais recentes foram causados por uma escavadeira que perdeu o freio e amassou suas pernas contra um muro. Entretanto, o passado de Willary o condena.

Veja uma breve lista das patacoadas que já aconteceram com ele.

– Tornozelos quebrados duas vezes: uma porque caiu de uma escavadeira e outra porque – acredite – escorregou em uma batata.

– Costelas quebradas: nove anos atrás, quando a carga que ia na carroceria de seu caminhão acumulou-se de um lado só, fazendo com que ele capotasse.

– Mutilação de dedo: Willary decepou parte de um dedo ao tentar cortar uma corda.

– Facada: ele mesmo se esfaqueou no estômago tentando cortar uma vara.

– Traumatismo craniano: Willary tropeçou em um gato e rolou escada abaixo, 30 anos atrás.

– Clavícula quebrada: o cavalo que ele montava se assustou com um saco plástico e empinou, jogando-o no chão.

– Dedos fraturados: Willary diz não ser capaz de quantas vezes fraturou os dedos martelando pregos

A mulher dele, Evelyn, até já se acostumou com a sina de seu marido:

“Virou uma piada, infelizmente, mas viver ao lado dele é uma aventura. Se alguma coisa errada vai acontecer e alguém vai se machucar, será o Mick. Nunca vou me esquecer de quando ele pisou em uma batata, escorregou e quebrou ambos os tornozelos. Ele é uma dessas pessoas. Se os seus amigos querem descobrir se uma cerca é eletrificada ou não, eles só esperam. Uma hora, Mick vai acabar tocando nela e descobrindo. Mas nada o abala e ele nunca coloca em ninguém a culpa de sua má sorte.”

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