Para tomar um vinho, um café ou um sorvete

Restaurantes atraem turistas e população local para se desligar do caos urbano em ambientes aconchegantes. Confira algumas opções para visitar

No dia-a-dia do recifense, trânsito e barulho são palavras-chave. Pensando nisso, o Pernambuco.com foi atrás de estabelecimentos comerciais que não só prometem, como cumprem, oferecer aos clientes um vinho, um café ou um sorvete em um ambiente acolhedor. Para esquecer o mundo lá fora, some à meia-luz uma trilha sonora escolhida a dedo. Invista no quintal dos fundos da casa ou no jardim de entrada. E, sobretudo, esqueça as formalidades.

Muito verde na decoração do Giardino Bistrô, no bairro do Espinheiro. Foto: Bernardo Dantas/DP/D.A Press
Muito verde na decoração do Giardino Bistrô, no bairro do Espinheiro. Foto: Bernardo Dantas/DP/D.A Press

 
Quem vem andando pelo movimentado bairro do Espinheiro, quase se assusta ao se deparar com o Espaço Villagio. O susto é positivo. Na galeria, tomada pelas heras que sobem pelas paredes, o passante pode começar a visita pela loja feminina 3 meninas, continuar pelo espaço de paisagismo Villa Garden e encerrar o passeio no Giardino Bistrô (Rua Santo Elias, 358, Espinheiro; F.: (81) 3031-5771; aberto de terça a quinta-feira, das 18h à 1h; sexta e sábado, das 12h à 1h; e domingo, das 12h às 16h). Para tomar um vinho, é ele que faz as honras da casa. “O Villagio abriu em 2010 e, já alguns meses depois, inauguramos o Giardino”, explica Taciana Marques, sócia ao lado da mãe, Suzi Leite, e da irmã, Rebeca Marques.

No bistrô, o diferencial é mesmo a localização. “O clima é agradável pelo fato de estarmos numa galeria com muito verde, ao lado de duas lojas que têm sintonia”. Entre as comidinhas, o camarão musseline se destaca. A entrada composta de camarões grelhados sobre musseline mediterrâneo com lâminas de maçã agradou tanto que vai virar prato principal em 2013. E pelos mesmos R$ 29,90. Chegando aos vinhos, há opções de rótulos como o argentino Alta Vista Premium Malbec, que custa R$ 64, e de meia garrafa, como o chileno Terranoble Cabernet Sauvignon, que sai por R$ 43.

Um espresso, no capricho, por favor

Bogart é uma palavra de origem alemã. No idioma inglês, funciona como gíria para quem pede um café bem tirado, feito com esmero, no capricho. No Recife, desde 1º de agosto de 2011, Bogart ganhou o sobrenome Café. Quase vizinho à Universidade Católica de Pernambuco, é o Bogart Café (Rua Afonso Pena, 96, Boa Vista; F.: (81) 3039-7160; aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 22h), das sócias Juliana Aragão e Mariana Guerra, que consegue trazer a público esse mesmo café bem tirado, feito com esmero, no capricho. “E é também uma homenagem ao cinema”, diz Juliana, em referência ao astro hollywoodiano Humphrey Bogart.

Piso e parede originais fazem parte do projeto de arquitetura de Ana Luisa Rolim, para o Bogart Café. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
Piso e parede originais fazem parte do projeto de arquitetura de Ana Luisa Rolim, para o Bogart Café. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press

 
Acompanhando o espresso (com “S” mesmo, como preferem os puristas), o capuccino e o gelatto dos baristas Rodrigo Rosa e Agnes Oliveira, saladas, sanduíches, wraps e a vedete da casa, o pane romano, espécie de pizza rústica, queridinha dos estudantes da Unicap. “Por termos um público jovem forte, estabelecemos uma faixa de preço entre R$ 10 e R$ 30, mantendo a qualidade dos produtos”, explica Mariana. A novidade fica por conta das sopas. A cada dia, uma receita diferente no cardápio.

Para reformar o espaço, as próprias donas puseram a mão na massa. Escolheram os móveis em antiquários, restauraram as cadeiras, deram pitaco na decoração do projeto da arquiteta Ana Luisa Rolim. A mãe de Mariana ainda envelheceu a placa de entrada do café. E a irmã dela foi a responsável pelo design do cardápio. Esse clima informal, que perpassou os quatro meses de obra, chega até o público. O ambiente descontraído esquece a pompa dos grandes cafés e se aproxima dos clientes, sem cerimônia. Na radiola, jazz e soul. E no quintal, nos fundos da casa, um pouco de verde para arrematar.

Fonte:diariodepernambuco.com.br

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