Nessa madrugada de domingo chuva de meteoros poderá ser vista no céu

Está para acontecer na madrugada desse domingo, uma das maiores chuvas de meteoros dos últimos tempos, com algumas dezenas de pedras cortando nossa atmosfera, criando um belo espetáculo de cores.

Acredita-se que por volta das 4 da madrugada caírão mais de 20 meteoros, que são restos de um cometa que passou próximo a Terra, deixando alguns pedaços pelo caminho. Chamada de Delta Aquarídios, essa chuva brilhante terá um tom amarelo e poderá ser vista no céu, olhando em direção nordeste.

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Em lugares menos iluminados, principalmente longe das grandes cidades, será possível, caso não esteja muito nublado, observar o fenômeno aqui no Brasil. Caso você queira ver o espetáculo no céu, basta ir à rua depois das duas da madrugada.

Isso pode acontecer novamente na madrugada de segunda, mas não há certeza

Fonte:Minilua

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Cometa passará perto da Terra e brilhará mais do que a Lua

Diversos cometas já passaram perto de nosso planeta puderam ser vistos a olho nu, mas a nova descoberta feita pelos russos do International Scientific Optical Network pode ser um marco na história, pois esse cometa poderá brilhar mais do que a Lua cheia!

Chamado até agora de C/2012 S1, ele deve se aproximar daqui por volta do final do ano que vem, sendo visível para todos a olho nu a partir do final de novembro e poderá ficar no céu até janeiro, caso tenhamos sorte.

Atualmente o cometa está passando por Júpiter e logo deve ir em direção ao Sol, ficando mais brilhante conforme for se aproximando, depois de um tempo passara por Marte, chegando à Terra, onde, se tudo der certo, ele poderá chamar mais atenção no céu do que a própria Lua!

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Então vá se preparando, pois no ano que vem poderemos ter um espetáculo que não é visto na Terra a mais de um século. Certamente toda noite será especial nessa época!

Não deixe de curtir a baixo e espalhar essa grande notícia!

Fonte:Minilua

Prepare-se, essa noite teremos uma “super lua” no céu

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Como se sabe, a Lua em alguns momentos em sua órbita em volta de nosso planeta fica mais perto ou mais longe, e em de tempos em tempos acontece um fenômeno bastante raro, onde ela está bem perto de nós e no mesmo dia é o início da Lua cheia, o que cria um efeito magnifico.lua-3d_3014_1600x1200

Essa combinação de fatores faz com que ela apareça bem maior e mais brilhante no céu, como em uma cena de filme. Mas ela não fica assim a noite toda, para ver a melhor parte do espetáculo é preciso que fique de olho nela logo que nasce, pois será nesse momento que ela mostrara toda a sua beleza.

A NASA falou que esse será apenas um de vários eventos astrológicos importantes que ocorrerão esse ano, então fique de olho.

E nessa noite admire a bela Lua, pois a ultima vez que isso aconteceu foi em 1993 e certamente demorara muito para acontecer de novo! E se gostou do post não esqueça de curtir!

Fonte:Minilua

Teste genético pode dizer se você viverá até os 100 anos

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Se um teste de genoma pudesse prever suas chances de viver até os 100 anos, você gostaria de saber?

Um estudo sobre longevidade comparou os genomas de 801 centenários de ascendência européia branca, nascidos entre 1890 e 1910, com genomas de 926 pessoas que morreram antes de chegar aos 100.

A equipe identificou diferenças – variações em uma única letra no código genético – que são muito mais susceptíveis de serem encontradas nos genomas de centenários do que em pessoas que morreram antes. Muitos destes marcadores são associados à habilidade do corpo de evitar doenças relacionadas à idade, tais como doenças cardíacas e demência.

A principal conclusão do estudo é a confirmação de que a genética desempenha um papel importante na longevidade extrema.

Será que essas informações genéticas podem ser comercializadas? É provável. Prevendo essa possibilidade, a equipe da pesquisa está lançando um site onde as pessoas podem enviar seus dados genéticos para obter uma previsão de longevidade – juntamente com uma lista de advertências, com certeza.

Mas o estudo não é completo. Para começar, os resultados só foram testados em pessoas de ascendência européia branca e não há nenhuma garantia de que se aplicarão a outras etnias. Também não há uma ligação rígida entre a genética e a longevidade: algumas pessoas com estes marcadores genéticos podem não viver 100 anos.

Outra questão é saber se um gene para a longevidade pode afetar a saúde, estilo de vida e as decisões financeiras. Longevidade e outros atributos são associados a uma multiplicidade de fatores genéticos e ambientais. Para os investigadores, o truque é saber comunicar tais sutilezas para usuários de testes genéticos. Os pesquisadores começaram agora um novo estudo para descobrir como as pessoas interpretam e utilizam as informações de seus genomas. Será que os testes genéticos vão se tornar produtos muito desejados? [NewScientist]

Quer ter um filho? Teste sua condição genética primeiro

A Comissão para a Genética Humana vai recomendar que testes de pré-concepção sejam muito mais amplamente disponíveis. Convidada em 2009 para rever as questões éticas e jurídicas em torno desses testes, a Comissão apresentará suas conclusões nesta semana.

E para que serve isso? Os testes permitem que especialistas digam se os pais em potencial são portadores de doenças genéticas; se eles forem considerados com maior risco de transmitir uma doença ou anormalidade aos seus filhos, terão a opção de procurar tratamento de fertilização in vitro, usar óvulos ou espermas doados, ou adotar.

O teste é polêmico, pois levanta questões sobre a intensidade com que os médicos devem intervir na natureza. Algumas pessoas podem ver a ação como uma tentativa de criar bebês perfeitos. Será que é necessário analisar cada casal para impedir cada anormalidade possível? Desenhar geneticamente cada criança?

A conclusão – de que existem fortes razões para tornar os testes de pré-concepção amplamente disponíveis para quem precisa – tem base no princípio de que os pais devem ter o máximo de informação e de autonomia sobre suas decisões reprodutivas. Caso eles tenham alguma doença que possa ser passada aos filhos, tem o direito escolher se querem correr esse risco ou não.

A reação de grupos religiosos e ativistas preocupados com a questão moral dos “bebês projetados” pode ser forte. Mas o relatório da Comissão argumenta que não há diferença ética entre testes de pré-concepção e testes de pré-natal. É preferível para os futuros pais saberem sobre suas condições genéticas com antecedência, do que ter que tomar uma decisão potencialmente agonizante sobre a possibilidade de continuar com a gravidez após um diagnóstico de exame pré-natal.

A Comissão também irá defender o ensino para crianças sobre a transmissão de doenças genéticas como parte de sua educação sexual, incentivando-as a fazer um teste antes de iniciar uma vida sexual.

Escolas em alguns estados australianos e províncias canadenses já testam crianças para determinados distúrbios genéticos como uma questão de rotina. No entanto, há uma preocupação com o custo de qualquer generalização desses testes para a população adolescente e adulta, em oposição a destinados apenas a grávidas, que sairia mais barato.

Atualmente, o kit do teste custa cerca de mais de mil reais cada, e é capaz de detectar mais ou menos 100 doenças. Um novo teste desenvolvido nos EUA poderia dar resultados para 580 condições. Os cientistas esperam que o alto custo caia rapidamente. Os governos também podem tornar os testes mais acessíveis a famílias que tiverem um histórico genético de maior risco.

[Telegraph]

Você tem centenas de falhas em seu DNA

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A velha frase “ninguém é perfeito” se aplica muito bem quando falamos em termos de genética: de acordo com estudo publicado recentemente, cada um de nós tem em média 400 falhas em nosso DNA.

Sem pânico, contudo: a maior parte delas é “silenciosa” e não compromete nossa saúde. Mesmo aquelas “perigosas” não necessariamente se manifestam. “Pessoas comuns carregam mutações causadoras de doenças sem ter qualquer efeito evidente”, ressalta o pesquisador Chris Tyler-Smith, do Wellcome Trust Sanger Institute (Inglaterra). Porém, ele alerta que “em uma população, haverá variantes que trarão consequências para a saúde das pessoas”.

O estudo usou como base dados do projeto 1.000 Genomas, que está decodificando o genoma de mil pessoas aparentemente saudáveis da Europa, das Américas e do leste da Ásia. O objetivo do projeto é entender melhor como os genes diferenciam as pessoas, bem como encontrar explicações genéticas para diversas doenças.

Tyler-Smith e seus colegas compararam os genomas de 176 participantes com uma base de dados sobre mutações genéticas desenvolvida pela Universidade de Cardiff (País de Gales). Foi revelado que uma pessoa “saudável” carrega em média 400 variações de DNA potencialmente danosas e duas reconhecidamente associadas a doenças. De acordo com o pesquisador David Cooper, que participou do estudo, a análise mostrou que “falhas nos tornam diferentes, às vezes com diferentes habilidades e perícias, mas também com diferentes predisposições a doenças”.

Loteria genética

As consequências das falhas de DNA são difíceis de prever: muitas só causam danos se forem passadas para a geração seguinte (se o filho receber o gene defeituoso tanto do pai como da mãe); outras (cerca de uma em cada dez no estudo) só causam uma condição simples, ficam inativas por um tempo ou sequer chegam a se manifestar ao longo da vida; e existem algumas, porém, que podem fazer com a que a pessoa tenha mais chances de desenvolver doenças como câncer ou problemas cardíacos.

Estudos como o 1.000 Genomas ou o de Tyler-Smith podem ter uma importância ainda maior no futuro, caso a medicina personalizada (que leva em conta as características do paciente, ao invés de usar tratamentos focados apenas na doença) ganhe espaço e se apoie em informações genéticas. Com o avanço dos estudos, o custo para sequenciar o genoma de uma pessoa vem caindo.

Contudo, como ainda é difícil saber as consequências que determinadas falhas genéticas podem trazer, fazer diagnósticos preventivos com base nesses dados esbarra em questões éticas. Para algumas pessoas, certos genes podem nunca causar a doença à qual estão associados, enquanto “para outras, haverá consequências, e avisá-las previamente pode ser útil, mas pode também ser uma surpresa desagradável para o participante”, lembra Tyler-Smith.[BBC News] [American Journal of Human Genetics]

Crosta lunar foi pulverizada por meteoritos, segundo a Nasa

Estas pesquisas foram apresentadas na conferência anual da American Geophysical Union. Foto: AFP/Arquivo Jens Buttner  
Estas pesquisas foram apresentadas na conferência anual da American Geophysical Union. Foto: AFP/Arquivo Jens Buttner

A crosta lunar foi quase totalmente pulverizada no passado por bombardeios de asteroides e cometas, revelaram medições das sondas americanas da missão GRAIL, que surpreenderam cientistas cujos trabalhos foram publicados esta quarta-feira.

“Sabia-se que os planetas rochosos do Sistema Solar tinham sofrido muitos impactos há vários bilhões de anos, mas ninguém pensava que a superfície lunar tivesse sido tão maciçamente bombardeada”, destacou Maria Zuber, professora de Geofísica no Massachusetts Institute of Technonoly (MIT), encarregada científica da missão GRAIL (Gravity Recovery And Interior Laboratory).

Noventa e oito por cento da crosta lunar está fragmentada, disse. “Trata-se de uma surpresa tão grande que levará muitos planetólogos a repensar a história da evolução dos planetas”.

As duas sondas gêmeas, em órbita polar desde janeiro passado, fizeram medições muito precisas do campo gravitacional lunar que revelaram a divisão das massas, assim como a espessura e a composição dos diferentes estratos da Lua, até seu núcleo.

Deixaram claro, por exemplo, que a crosta lunar é muito mais fina do que pensavam os cientistas, ao apresentar uma espessura de 34 km a 43 km, de 6km a 12 km a menos do que o se tinha calculado até agora.

A composição da Lua aparece, então, como “similar à da Terra, o que alimenta a teoria de que está formada por materiais terrestres espalhados após um enorme impacto no começo da história do Sistema Solar”, explicou Mark Wieczorek, do Instituto de Física do Globo de Paris, autor de um dos três estudos sobre os resultados da missão GRAIL.

Estas pesquisas foram apresentadas na conferência anual da American Geophysical Union, em San Francisco, e publicadas na versão online da revista americana Science.

Em relação à sua superfície, o interior da Lua parece extremamente regular. Os cientistas descobriram que a maior parte das variações constatadas no campo gravitacional eram produto de formações geológicas produzidas na superfície, como montanhas ou crateras.

A crosta externa da lua carece de estruturas rochosas densas e é constituída, provavelmente, por materiais porosos ou pulverizados.

O mapa do interior da Lua revela, por sua vez, a existência de mapas mais densas, formadas por magma vulcânico, que terminou se solidificando e formando densas paredes rochosas.